
Atualizado em 17/07/2026
Análise editorial
Christian Dior Sauvage Parfum: a versão mais densa da família Sauvage
Enquanto o EDT abre com bergamota isolada e o EDP equilibra cítrico com âmbar adocicado, o Parfum vai na direção oposta ao esperado: fica mais seco e amadeirado, não mais doce. A pimenta-de-sichuan e a noz-moscada do coração dão um toque especiado quente, e a base combina sândalo do Ceilão, patchouli, cedro da Virgínia e baunilha de Papua-Nova Guiné com o já conhecido ambroxam — resultado num fundo mais "vestido", menos abstrato que o EDP.
É a concentração certa pra quem já gosta da família Sauvage mas acha o EDT raso e o EDP levemente doce demais. Rende mais horas de projeção sem precisar reaplicar.
Se está em dúvida entre as três versões, vale comparar lado a lado: o EDT é o mais leve e cítrico, o EDP equilibra doçura e amadeirado, e o Parfum é o mais denso e especiado dos três.
Sobre este perfume
Uma explosão luminosa de bergamota calabresa e mandarina que desperta os sentidos como o primeiro raio de sol no deserto, enquanto o pimenta de Sichuan dança com a lavanda em um coração refinado e levemente especiado. Na pele, revela-se uma base magnética e envolvente, onde o sândalo ceilo e a baunilha absoluta de Papua Nova Guiné se entrelaçam com o âmbar sensual e o toque terroso do patchouli, criando uma assinatura olfativa que persiste como uma promessa de sofisticação eternamente renovada.
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